Há hoje uma percepção amplamente difundida — compartilhada por eticistas, historiadores da ética e teólogos — de que a Reforma inaugurou uma ruptura radical com as formas anteriores de ética eudaimonista das virtudes, predominantes no período medieval.1 A pressuposição de que a Reforma rompeu radicalmente com as antigas teorias da virtude, fossem elas aristotélicas ou cristãs, tem sido defendida por …
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Centro Cultural João Calvino